Balanceador
| CODIGO | 992110 |
| OCUPACAO | Balanceador |
O código CBO 992110 classifica oficialmente a ocupação de "Balanceador" conforme a estrutura do Código Brasileiro de Ocupações, publicado e mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é a referência obrigatória para todas as relações de trabalho formais no Brasil.
O CBO 992110 pertence à família 9921 – Trabalhadores elementares de serviços de manutenção veicular. O preenchimento correto deste código é mandatório nas transmissões do eSocial (eventos S-2200 e S-2300), nos informes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e nos registros mensais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Impactos Legais e Trabalhistas do CBO 992110
A escolha correta do CBO 992110 impacta diretamente no enquadramento sindical do trabalhador, nas convenções coletivas de trabalho (CCT/ACT) aplicáveis e nos benefícios legais vinculados à categoria. Além disso, o INSS e a Receita Federal cruzam os dados do CBO com o salário informado para detectar divergências e indícios de sonegação trabalhista ou previdenciária.
Perfil Ocupacional — CBO 992110
Consertar pneus a frio e a quente: Calibrar pneu.
Demonstrar competências pessoais: Utilizar equipamentos de proteção individual; Utilizar ferramentas adequadas; Demonstrar pontualidade; Demonstrar educação; Demonstrar paciência; Trabalhar com segurança; Demonstrar eficiência; Demonstrar senso de observação; Demonstrar capacidade de organização; Demonstrar responsabilidade; Demonstrar capacidade de resistência física; Demonstrar senso de humor; Participar em reuniões da cipa; Demonstrar conhecimentos básicos em mecânica de veículos; Trabalhar em equipe; Demonstrar atenção pelos clientes.
Realizar alinhamento: Verificar condições do pneu.
Trocar pneus: Posicionar macaco na base do carro; Erguer veículos; Posicionar cavalete de segurança; Retirar cavalete e macaco hidráulico.
Recomendamos veementemente que você valide o enquadramento fiscal da operação "Balanceador" juntamente com a sua assessoria contábil de confiança. Decisões baseadas puramente em tabelas autônomas podem não prever isenções estaduais temporárias ou benefícios exclusivos do seu segmento, ocasionando perdas financeiras silenciosas.