Embalador, a mão
| CODIGO | 784105 |
| OCUPACAO | Embalador, a mão |
O código CBO 784105 classifica oficialmente a ocupação de "Embalador, a mão" conforme a estrutura do Código Brasileiro de Ocupações, publicado e mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é a referência obrigatória para todas as relações de trabalho formais no Brasil.
O CBO 784105 pertence à família 7841 – Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem. O preenchimento correto deste código é mandatório nas transmissões do eSocial (eventos S-2200 e S-2300), nos informes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e nos registros mensais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Impactos Legais e Trabalhistas do CBO 784105
A escolha correta do CBO 784105 impacta diretamente no enquadramento sindical do trabalhador, nas convenções coletivas de trabalho (CCT/ACT) aplicáveis e nos benefícios legais vinculados à categoria. Além disso, o INSS e a Receita Federal cruzam os dados do CBO com o salário informado para detectar divergências e indícios de sonegação trabalhista ou previdenciária.
Perfil Ocupacional — CBO 784105
Embalar produtos e acessórios manualmente: Contar produtos e acessórios; Verificar códigos e especificações; Montar kits de acessórios; Inspecionar visualmente os produtos; Identificar os produtos, com número de série; Acondicionar produtos e acessórios, nas embalagens; Revisar produtos embalados; Lacrar embalagens; Etiquetar embalagens; Arrumar embalagens, nos paletes; Transportar paletes para contêineres.
Enfardar produtos: Separar produtos; Conferir quantidade de produtos embalados; Pesar produtos; Empacotar fardos; Empilhar fardos; Liberar fardos para expedição.
Preparar local de trabalho: Limpar área de trabalho; Verificar plano de produção; Conferir materiais.
Preparar máquinas para empacotar e envasar: Inspecionar esteiras; Calibrar ar comprimido; Iniciar produção.
Recomendamos veementemente que você valide o enquadramento fiscal da operação "Embalador, a mão" juntamente com a sua assessoria contábil de confiança. Decisões baseadas puramente em tabelas autônomas podem não prever isenções estaduais temporárias ou benefícios exclusivos do seu segmento, ocasionando perdas financeiras silenciosas.