Crocheteiro, a mão
| CODIGO | 768130 |
| OCUPACAO | Crocheteiro, a mão |
O código CBO 768130 classifica oficialmente a ocupação de "Crocheteiro, a mão" conforme a estrutura do Código Brasileiro de Ocupações, publicado e mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é a referência obrigatória para todas as relações de trabalho formais no Brasil.
O CBO 768130 pertence à família 7681 – Trabalhadores de tecelagem manual, tricô, crochê, rendas e afins. O preenchimento correto deste código é mandatório nas transmissões do eSocial (eventos S-2200 e S-2300), nos informes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e nos registros mensais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Impactos Legais e Trabalhistas do CBO 768130
A escolha correta do CBO 768130 impacta diretamente no enquadramento sindical do trabalhador, nas convenções coletivas de trabalho (CCT/ACT) aplicáveis e nos benefícios legais vinculados à categoria. Além disso, o INSS e a Receita Federal cruzam os dados do CBO com o salário informado para detectar divergências e indícios de sonegação trabalhista ou previdenciária.
Perfil Ocupacional — CBO 768130
Confeccionar peças de crochê: Definir tipos de crochê (tunisiano, indiano, crochê do pau, crochê do grampo, crochê de argola, etc); Selecionar modelos, linhas e agulhas; Confeccionar amostras; Trançar linhas; Laçar linhas; Definir quantidade de pontos de acordo com a peça; Rematar linhas; Mergulhar peças na goma.
Confeccionar peças de tricô: Definir o início da confecção de peças; Entrelaçar a linha na agulha conforme tipos de pontos; Trocar as linhas de acordo com modelos.
Demonstrar competências pessoais: Demonstrar habilidade; Demonstrar paciência; Criar criatividade; Persistir.
Operar a urdideira (gaiola): Entrelaçar fios.
Operar tear: Unir fios conforme cores.
Tecer tecidos: Selecionar materiais (fios, agulhas, linhas, navete, palheta).
Recomendamos veementemente que você valide o enquadramento fiscal da operação "Crocheteiro, a mão" juntamente com a sua assessoria contábil de confiança. Decisões baseadas puramente em tabelas autônomas podem não prever isenções estaduais temporárias ou benefícios exclusivos do seu segmento, ocasionando perdas financeiras silenciosas.