Rachador de couros e peles
| CODIGO | 762125 |
| OCUPACAO | Rachador de couros e peles |
O código CBO 762125 classifica oficialmente a ocupação de "Rachador de couros e peles" conforme a estrutura do Código Brasileiro de Ocupações, publicado e mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é a referência obrigatória para todas as relações de trabalho formais no Brasil.
O CBO 762125 pertence à família 7621 – Trabalhadores da preparação do curtimento de couros e peles. O preenchimento correto deste código é mandatório nas transmissões do eSocial (eventos S-2200 e S-2300), nos informes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e nos registros mensais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Impactos Legais e Trabalhistas do CBO 762125
A escolha correta do CBO 762125 impacta diretamente no enquadramento sindical do trabalhador, nas convenções coletivas de trabalho (CCT/ACT) aplicáveis e nos benefícios legais vinculados à categoria. Além disso, o INSS e a Receita Federal cruzam os dados do CBO com o salário informado para detectar divergências e indícios de sonegação trabalhista ou previdenciária.
Perfil Ocupacional — CBO 762125
Controlar os processos de preparação de peles: Controlar visualmente o descame; Controlar espessura da pele.
Demonstrar competências pessoais: Demonstrar coordenação motora; Demonstrar discernimento; Agir com responsabilidade; Demonstrar senso de observação; Demonstrar capacidade de comunicação; Trabalhar em equipe; Aceitar idéias novas; Buscar novos conhecimentos; Demonstrar iniciativa; Respeitar normas de segurança; Agir com ética; Demonstar consciência ecológica.
Descarnar peles a máquina: Realizar manutenção produtiva total.
Dividir peles à máquina: Abastecer a divisora com peles; Chanfrar peles; Regular divisora; Operar divisora; Separar peles em flor e raspa; Recortar raspas.
Receber peles: Carimbar peles.
Recomendamos veementemente que você valide o enquadramento fiscal da operação "Rachador de couros e peles" juntamente com a sua assessoria contábil de confiança. Decisões baseadas puramente em tabelas autônomas podem não prever isenções estaduais temporárias ou benefícios exclusivos do seu segmento, ocasionando perdas financeiras silenciosas.