Controlador de tráfego aéreo
| CODIGO | 342505 |
| OCUPACAO | Controlador de tráfego aéreo |
O código CBO 342505 classifica oficialmente a ocupação de "Controlador de tráfego aéreo" conforme a estrutura do Código Brasileiro de Ocupações, publicado e mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é a referência obrigatória para todas as relações de trabalho formais no Brasil.
O CBO 342505 pertence à família 3425 – Técnicos em transportes aéreos. O preenchimento correto deste código é mandatório nas transmissões do eSocial (eventos S-2200 e S-2300), nos informes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e nos registros mensais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Impactos Legais e Trabalhistas do CBO 342505
A escolha correta do CBO 342505 impacta diretamente no enquadramento sindical do trabalhador, nas convenções coletivas de trabalho (CCT/ACT) aplicáveis e nos benefícios legais vinculados à categoria. Além disso, o INSS e a Receita Federal cruzam os dados do CBO com o salário informado para detectar divergências e indícios de sonegação trabalhista ou previdenciária.
Perfil Ocupacional — CBO 342505
Comunicar-se: Falar em público; Elaborar relatórios; Registrar ocorrências de incidentes e acidentes aeronáuticos; Registrar ocorrências de incidentes de tráfego aéreo e/ou solo; Efetuar comunicação terra e ar via radiotelefonia; Registrar infração de tráfego aéreo; Comunicar à administração sobre presença de objetos abandonados; Fornecer informações gerais; Participar de reuniões; Divulgar a filosofia do sistema de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos (sipaer); Enviar relatório de perigo para órgãos pertinentes.
Controlar tráfego aéreo: Aprovar plano de vôo; Solicitar autorização de controle de tráfego aéreo fora da área de responsabilidade; Coordenar junto aos órgãos de controle adjacentes; Autorizar taxiamento, circulação de pessoas e veículos nas áreas de manobra; Manter aeronaves separadas em vôo; Disponibilizar espaço aéreo para atividade aérea; Fornecer informações relativas ao auxílio de navegação e condições do aeródromo; Vigiar o tráfego, espaço aéreo e/ou áreas operacionais de responsabilidade; Prestar serviços de vigilância e vetoração radar; Preencher ficha de progressão de vôo; Autorizar mudança de nível de vôo e desvio em rota; Autorizar início de descida para procedimento de aproximação e pouso; Avaliar condições meteorológicas na aproximação final; Autorizar pouso e decolagem; Suspender operações no aeródromo sob condições especiais; Acionar serviço de alerta e de operações de emergência; Acionar mecanismos para atendimento de aeronaves em emergência aeronáutica.
Demonstrar competências pessoais: Capacidade de síntese; Iniciativa; Organização; Rapidez de reflexos; Demonstrar auto-controle; Capacidade de visão sistêmica; Capacidade de observação; Capacidade de cumprir normas e regras; Trabalhar em equipe; Capacidade de liderança; Acuidade visual; Clareza; Capacidade sensorial; Contornar situações adversas; Objetividade; Atenção focada e difusa; Usar epi; Resolução de problemas; Capacidade de percepção situacional; Capacidade de assumir responsabilidades.
Despachar vôos: Informar comandante sobre boletim meteorológico atualizado.
Ministrar treinamento: Realizar palestras relativas à segurança de vôo; Acompanhar estagiários e treinandos; Instruir pessoal em cursos de qualificação.
Planejar vôo: Analisar informações meteorológicas e aeronáuticas.
Promover segurança do aeródromo: Notificar à administração sobre focos de incêndio e invasão no aeródromo.
Prover segurança de vôos: Acionar orgão competente; Solicitar isolamento de áreas; Acompanhar procedimentos de segurança; Acionar dispositivos inibidores de aves no sítio aeroportuário.
Realizar inspeção em áreas restritas de segurança (ars): Identificar objetos que possam causar danos às aeronaves/passageiros; Recolher objetos que possam causar danos às aeronaves.
Recomendamos veementemente que você valide o enquadramento fiscal da operação "Controlador de tráfego aéreo" juntamente com a sua assessoria contábil de confiança. Decisões baseadas puramente em tabelas autônomas podem não prever isenções estaduais temporárias ou benefícios exclusivos do seu segmento, ocasionando perdas financeiras silenciosas.