Arqueólogo
| CODIGO | 251110 |
| OCUPACAO | Arqueólogo |
O código CBO 251110 classifica oficialmente a ocupação de "Arqueólogo" conforme a estrutura do Código Brasileiro de Ocupações, publicado e mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ele é a referência obrigatória para todas as relações de trabalho formais no Brasil.
O CBO 251110 pertence à família 2511 – Profissionais em pesquisa e análise antropológica sociológica. O preenchimento correto deste código é mandatório nas transmissões do eSocial (eventos S-2200 e S-2300), nos informes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e nos registros mensais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Impactos Legais e Trabalhistas do CBO 251110
A escolha correta do CBO 251110 impacta diretamente no enquadramento sindical do trabalhador, nas convenções coletivas de trabalho (CCT/ACT) aplicáveis e nos benefícios legais vinculados à categoria. Além disso, o INSS e a Receita Federal cruzam os dados do CBO com o salário informado para detectar divergências e indícios de sonegação trabalhista ou previdenciária.
Perfil Ocupacional — CBO 251110
Demonstrar competências pessoais: Demonstrar capacidade de síntese; Demonstrar rigor científico; Demonstrar capacidade analítica; Capacidade de formulação teórica; Mediar conflitos; Trabalhar em equipe; Trabalhar em situações adversas; Demonstrar capacidade de observação, descrição e registro; Demonstrar sensibilidade na compreensão de valores e motivações.
Elaborar documentos técnico-científicos: Elaborar relatórios técnicos; Elaborar laudos e perícia; Elaborar artigos científicos; Elaborar relatórios de avaliação.
Estudar o patrimônio arqueológico: Investigar sociedades através de vestígios materiais; Levantar o patrimônio arqueológico a ser pesquisado; Executar pesquisas de campo; Realizar atividades de laboratório nos vestígios recuperados (cura, análise, restos e registros); Divulgar resultados da pesquisa; Integrar população local na pesquisa arqueológica; Capacitar equipes de pesquisa; Realizar ações para preservação e valorização do patrimônio arqueológico.
Gerir patrimônio histórico e cultural: Participar da elaboração de diretrizes de preservação do patrimônio cultural; Subsidiar a formulação de leis de preservação; Etnografar manifestações culturais materiais e imateriais; Inventariar patrimônio cultural; Organizar uso e acesso a bens culturais; Avaliar projetos de pesquisa relativo ao patrimônio cultural; Monitorar andamento de projetos arqueológicos; Promover a participação da comunidade para preservação do patrimônio histórico e cultural; Realizar educação para a preservação do patrimônio histórico e cultural; Promover a participação das comunidades.
Organizar informações sociais, culturais e políticas: Estruturar sistemas de informações; Levantar fontes de informação; Identificar as informações existentes; Classificar dados coletados; Disponibilizar informações e dados; Disseminar informações sobre o patrimônio.
Participar da elaboração e implementação de políticas e programas públicos: Estudar processos de formulação e implementação de políticas públicas; Estabelecer métodos de avaliação; Definir indicadores de avaliação; Identificar vulnerabilidades dos programas; Analisar resultados e impactos das políticas; Apontar ações corretivas.
Participar da gestão territorial e sócio-ambiental: Montar processos de regularização fundiária de terras de populações tradicionais; Subsidiar planos de manejo; Fornecer subsídios para programas de zoneamento ecológico-econômico cultural; Caracterizar o meio antrópico; Realizar análise periciais; Participar da implementação de projetos com populações tradicionais.
Realizar estudos e pesquisas sociais, econômicas e políticas: Definir metodologias de pesquisa; Estudar organizações sociais; Levantar informações documentais e orais; Sistematizar dados primários e secundários; Elaborar instrumentos de coleta de dados; Pesquisar segmentos sociais (jovens, mulheres, segmentos sociais específicos); Estudar identidade de grupos sociais; Investigar atitudes, valores e motivações de grupos sociais; Analisar processos de mudança político-social; Realizar pesquisa comportamental; Elaborar matérias temáticas para meios de comunicação.
Recomendamos veementemente que você valide o enquadramento fiscal da operação "Arqueólogo" juntamente com a sua assessoria contábil de confiança. Decisões baseadas puramente em tabelas autônomas podem não prever isenções estaduais temporárias ou benefícios exclusivos do seu segmento, ocasionando perdas financeiras silenciosas.